Numa bela tarde de sábado, sozinho em casa, resolvo passar o tempo em companhia de uma garrafa de whisky e uns dvds de musica. Dentre eles, um bendito show do U2 do ano de 1983. E a senteça era certa desde o início: lágrimas rolariam.
É engraçado essa sensação de que a gente nao envelheceu, ou de que tudo que aconteceu na nossa vida não tem mais do que uma semana, no máximo. Sinto os cheiros, as sensações, o clima, tudo de novo, como se eu não tivesse envelhecido um dia sequer. E quando me olho no espelho, eis o ridículo homem de 34 anos, com o rosto marcado pelo tempo se sentindo um adolescente.
Lembro-me de alguns adolescentes que enconro no onibus todos os dias, quando vou ao trabalho. Lembro-me das inúmeras vezes que eles tiram o sarro das pessoas mais velhas, se riem disso e, aparentemente, nao se lembram de que um dia vão envelhecer tambem e que, inevitavelmente, serão alvos de gozações dos adolescentes...
Vem então à mente: será que realmente envelhecemos?
Não sei... honestamente eu não sei. Semana passada, ou melhor, há quinze anos, eu pulava, dançava, enlouquecia ao som dos meu ídolos. Saía com amigos para noitadas interminaveis e, no dia seguinte, acordava pronto para mais, como se nada tivesse acontecido. E não me cansava.
Era eu. Este mesmo corpo, esta mesma mente, esta mesma pessoa. Por que tudo insiste em se dizer velho? Eu não quero envelhecer... não no sentido físico, porque isso é inevitável... mas não quero me tornar um homem velho, fechado, enterrado numa realidade em que não me sinto confortável.
Não quero ser apontado na rua e ser taxado de ridículo...
Não quero fugir do tema que queria falar hoje, por isso, estou terminando. Vou voltar para meu video... Coincidentemente o U2 acaba de começar "Stories for Boys"...
22 Maio 2010
Rejoice
01 Março 2010
26 Junho 2009
Michael Jackson
Michael Jackson - Music and me
Foi quando meu sobrinho de 4 anos entrou em meu quarto e viu uma cena do clipe "Thriller" no telejornal que eu me dei conta do tamanho do que estava acontecendo. Ele disse: "Michael Jackson"... eu sequer sabia que ele já tinha visto Michael Jackson antes... mas não só viu, como sabia quem era, apesar de não entender que a notícia da TV falava da morte daquele mesmo Michael Jackson...
Na verdade, nem mesmo eu estava acreditando. Mas estava lá, na tela, em todos os canais de notícia (inclusive do Brasil): "Morre Michael Jackson"... aquele mesmo menino negro que me emocionou com Ben, que me surpreendeu com Don't Stop Till You Get Enough, que me deixou pasmo com Thriller, que me fez dançar com Billie Jean, que me arrepiou com Heal The World... sim, ele morreu.
Ainda é dificil, para não dizer impossível, analizar, compreender e aceitar que o grande astro Michael Jackson está morto... muito menos que o ser humano Michael Jackson se foi. Não sou e nunca fui um fã ardoroso dele, daqueles que colecionam tudo, imitam, se dedicam com paixão... mas seria um estúpido se nao entendesse o que ele significa para a música mundial, para as causas humanitarias e para milhões de fãs que ele deixou espalhados pelo planeta... não sou fã, mas sou um grande admirador dele, de sua obra e, por que não dizer, de sua vida... uma vida que ele mal conseguia viver. Ser Michael Jackson não era fácil. Todos nós daríamos tudo para ser ele... mas com certeza ele daria tudo para ser um de nós...
Eu, particularmente, sempre deixei claro aos meus amigos que eu nunca acreditei nas acusações levantadas contra ele com relação aos casos de abuso sexual contra crianças. Jamais acreditei que aquilo tenha acontecido. Michael era um homem com problemas emocionais muito grandes, e nós aqui de fora somos seres humanos muito preconceituosos, maliciosos e, em alguns casos, aproveitadores... e temnho certeza de que aproveitadores lançaram mão da sensibilidade e da fragilidade da criança Michael Jackson e não mediram esforços na tentativa de se aproveitar dele...
Polemicas à parte, Michael se foi... eu jamais pensei que isso fosse possível. Pelo menos não tão cedo... mas agora é real. O mundo hoje ficou vazio demais. Menos feliz. Menos rico... mas para quem acredita em algo depois da vida aqui no mundo carnal, certamente deve acreditar que para Michael está sendo um alívio poder estar livre, sem precisar se esconder 24 horas por dia, fugir de fotografos, loucos e outros bichos...
Revisitar as musicas dele desde a época do Jackson 5 agora está dificil. Ouvir as canções está pesado, triste. Dói no peito. Dá um nó na garganta. Hoje eu vi lágrimas nos olhos da minha mãe vendo as noticias no jornal. Que ser humano consciente não sabe quem foi Michael Jackson? Como negar que a morte dele é uma grande perda para o mundo? Problemas, sim ele tinha mesmo. Como eu, como você, como sua vizinha. Mesmo assim, aquele menino negro, que era maltratado pelo pai, e que tinha tudo para ser revoltado e rebelde, deixou lições importantes para o mundo, como o USA For Africa, Wa Are The World, Human Nature, The Earth's Song, e tantas, tantas outras canções e projetos que mudaram a vida de tantas pessoas...
Inegável que a tristeza é grande. Há muito tempo não escrevo nada aqui no blog, mas eu seria um ingrato se não fizesse isso agora. Talvez eu tenha que admitir que eu sempre fui fã de Michael Jackson, mesmo sem saber... afinal de contas, quem não é? Quem nunca cantarolou Thriller, sem nem mesmo se preocupar se a letra estava certa ou não? Quem nunca tentou fazer um Moonwalker, mesmo sem conseguir? Quem nunca se arrepiou ouvindo Heal the Wold, Human Nature, ou saiu dançando louco ao som de Beat It? Quem é que não parou para assistir o clip de Black or White no Fantástico, ou de Thriller, ainda nos anos 80? Ou então passou minutos na frente da TV quando ele era notícia? Fosse boa ou ruim... até meu sobrinho de 4 anos já sabe quem é Michael Jackson... 
Para mim, fica a lição de um homem que, desde criança, já dizia que viveria "junto, por muito e muito tempo, a música e eu...".
Valeu parceiro... obrigado por ter mudado nossas vidas.
(Para Rodrigo)
05 Fevereiro 2009
Por que?
Deveríamos nós, pessoas de coração sensível, termos uma proteção contra as dores do sentimento...
Será que um poeta, um músico, um cantos sofrem mesmo tanto quanto falam que sim?
Provavelmente...
Seria muito difícil alguém falar da dor sem tê-la conhecido cara-a-cara...
Então ela existe.
Mas o mais cruel de tudo é que ela só ataca o coração de quem só quer amar...
Por isso eu acho que é uma crueldade que no nosso corpo não exista uma glândula que nos alivie a dor do sentimento magoado...
Crueldade...
29 Janeiro 2009
Metade - Oswaldo Montenegro
Mais uma que me faz bem. É engraçado a força das palavras... e da poesia. Eu teria escrito tranquilamente estes versos se eu tivesse o talento deste artista chamado Oswaldo Montenegro... eu sou assim:
Metade
Oswaldo Montenegro
Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso
Mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste,
E que convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
A outra metade é canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
27 Janeiro 2009
Bethânia... quando o amor vacila
Às vezes as palavras têm a força suficiente para remover montanhas. Piegas? Pode até ser. O caso é que estas palavras já foram capazes de me salvar...
Eu sei - Legião Urbana
Essa é pra você... clica no play e preste atenção na letra:
Legião Urbana - Eu Sei
Eu Sei - Legião Urbana
Sexo verbal
Não faz meu estilo
Palavras são erros
E os erros são seus...
Não quero lembrar
Que eu erro também
Um dia pretendo
Tentar descobrir
Porque é mais forte
Quem sabe mentir
Não quero lembrar
Que eu minto também...
Eu sei! Eu sei!...
Feche a porta do seu quarto
Porque se toca o telefone
Pode ser alguém
Com quem você quer falar
Por horas e horas e horas...
A noite acabou
Talvez tenhamos
Que fugir sem você
Mas não, não vá agora
Quero honras e promessas
Lembranças e histórias...
Somos pássaro novo
Longe do ninho
Eu sei! Eu sei!...
08 Maio 2008
O Choque
Eu pensei que tinha sido apenas um choque... mas foi O CHOQUE!
Imagine o que se passou na cabeça da apresentadora!! E as mulheres gritando: "ajuda aquiiii!!"
Só vendo:
21 Abril 2008
Demolição ao Cristo Redentor?!?!

Eu não vou opinar sobre o assunto... mas eu achei muito louco o que acabei de ver na TV. Ando assistindo ao programa CQC na Band, sob comando de Marcelo Taz, e numa das entrevista de rua, ele encontrou o ator (mamado) Paulo Cesar Pereio (ele já fez muita pornochanchada no passado e a voz do comercial "Ferreira Guimarães" nos anos 80). No meio do papo ele tascou o seguinte:
"Eu quero falar de uma campanha que eu lancei há algum tempo pela demolição do Cristo Redentor! Como é que chama aquele monstro, aquela porra, de uma das sete maravilhas do mundo?"
Nem vou comentar... vou colocar um link de uma matéria sobre o assunto:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u310802.shtml
15 Abril 2008
Morre a atriz Renata Fronzi

Ela ficou conhecida como a personagem Helena, da ·Família Trapo·.
Causa da morte foi falência múltipla dos órgãos, segundo assessoria.
Morreu na tarde desta terça-feira (15), aos 82 anos, a atriz Renata Fronzi. De acordo com informações de sua assessoria de imprensa, a causa da morte foi falência múltipla dos órgãos, em decorrência de diabetes.
Fronzi, que ficou conhecida como a personagem Helena do seriado "Família Trapo", da TV Record, estava internada havia um mês no Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, no Rio.
Ela começou a carreira como bailarina no Teatro Municipal de São Paulo e fez diversas peças como vedete do Teatro de Revista. Nas décadas de 70 e 80, participou de novelas e seriados da TV Globo. Sua última aparição na TV foi no programa "Bronco", de Ronald Golias.
Nascida em Rosário, na Argentina, em 1º de agosto de 1925, a atriz veio com os pais ainda bem pequena para o Brasil foi morar em Santos, no litoral paulista. Fronzi estreou profissionalmente na companhia de teatro da atriz Eva Todor, na peça "Sol de primavera", em 1940.
Carreira
Além dos humorísticos "Família Trapo" e "Bronco", a atriz também atuou em outros programas humorísticos como "Faça humor, não faça guerra” , “Satyricon”, “Chico City” e “O Planeta dos Homens”
A atriz também atuou em várias novelas. Entre seus principais trabalhos, estão as tramas de “Minha doce namorada” (1971), “O semideus” (1973), “A corrida do ouro” (1974), “Pecado rasgado” (1978), “Chega mais” (1980), “Jogo da vida” (1981), “Pão pão, beijo beijo” (1983), “Transas e caretas” (1984), “Corpo a corpo” (1984), "A idade da loba" (1995), "A história de Ana Raio e Zé Trovão" (1990), além de participações especiais nas séries “Malhação” (de 1996 a 1997) e na minissérie "Memorial de Maria Moura" (1994).
Fronzi também fez papéis no cinema. Seus filmes mais recentes foram “Copacabana” (2001), de Carla Camurati, e “Coisa de Mulher” (2005), de Eliana Fonseca.
Fonte: Portal G1
13 Abril 2008
Joe Cool's Blues

Snoopy apareceu pela primeira em 4 de Outubro de 1950, numa tirinha de jornal. Durante dois anos não disse umasó palavra, agindo como um cão real, andando de 4 inclusive. Em 19 de Outubro (tinha que ser) de 1952, seus pensamentos passara a aparecer em balões. Em pouco tempo, roubava a cena dos qadrinhos Peanuts, criados pelo cartunista americano Charles Schulz.
Snoopy tinha várias personalidades. As mais notáveis são as do piloto da Primeira Guerra Mundial, que luta em seu avião, ou melhos, sua casinha de cachorro contra o Barão Vermelho - este nunca aparece de verdade. Outra personalidade marcante é um escritor e sua máquina de escrever - uma especie de auto-retrato do próprio Shulz. Ele ainda é um jogador de baseball, um escoteiro, Flashbeagle, Vulture e o Legionário Estrangeiro...
Mas talvez o mais engraçado de todos seja "Joe Cool". Ele aparece quando Snoopy põe óculos escuros e se encosta na parede sem fazer nada. É o cara "legal", descolado, bon vivant e extremamente cara de pau. Quando ele aparece, me vem logo à mente a musiquinha "Joe Cool", um blues instrumental que sempre toca no desenho... se você clicar no play abaixo, vai poder ouví-la também.
Joe Cool's Blues - Wynton Marsalis & Ellis Marsalis
12 Abril 2008
Anos Rebeldes
Uma aula de vergonha na cara
Por mais que a teledrmaturgia nacional não agrade a todos, vez ou outra surgem obras que merecem, no mínimo, um pouco de atenção. Algumas, merecem bem mais que isso. É o caso da minissérie Anos Rebeldes, de Gilberto Braga.
1992
No ano em que Anos Rebeldes foi ao ar, eu acompanhei pela televisão, mas não tinha os olhos críticos e conscientes de hoje. Compreendi a história, entedi o enredo, mas não era consciente da importância da luta daqueles estudantes em plena ditadura militar.
Anos mais tarde, encontrei a minissérie em uma locadora, resumida a quatro ou cinco horas de duração. Mesmo assim pude rever e ficar impressionado com a força daqueles jovens estudantes. Era impressionante como eles acreditavam em seus ideais e, mais ainda, a coragem com que enfrentavam polícia, família, o mundo tudo para poder lutar por mudanças.
Passei semanas impressionado com aquela história. Resgatei a paixão pelo período histórico retratado na série. E mais impressionado ainda fiquei quando comprei num sebo o livro 1968 de Zuenir Ventura... 2008
Adulto, voltei a assistir a minissérie. Desta vez, quase na íntegra. Foi compulsivo: mais de 11 horas pregado na frente da televisão, acompanhando e compreendendo mais ainda aquilo que estava vendo.
Nunca fui alienado, mas confesso que não participei mais intensamente de nenhuma luta política ou ideológica mesmo nos tempos de faculdade. Isso era consciente, porque eu já não via um ideal real pelo qual se lutava. Ou quem sabe não via naqueles que se diziam "militantes" as pessoas com ideais nobres que elas realmente se diziam ser? Conheci alguns de perto, e realmente tive grandes decepções...
Hoje vivemos em um país onde a morte é banal, a violência é quase um estilo de vida, a corrupção é regra, o crime praticamente comanda tudo e a polícia é praticamente uma instituição falida.
Perco as esperanças quando me lembro que, nos anos 60, o assassinato de um estudante pela polícia foi motivo de comoção nacional, com direito a passeatas, missas em protesto e, consequentemente, muita retaliação dos militares. Hoje em dia, em todo o país, a cada minuto uma pessoa é assassinada: por bandidos e por policiais. E todos nós já nos acostumamos com isso.Em plena ditadura militar, jovens estudantes, que sequer tinham uma independência financeira, abdicavam de tudo em nome de um ideal: acabar com as injustiças sociais e com a violência imposta pelos militares, que haviam tomado o poder em 1964 com um golpe. Nas ruas, nas esolas, nas universidades, o clima era de apreensão constante, pois a qualquer hora poderia haver prisões de militantes, que seriam torturados, violentados e até mortos para que entregassem nomes de companheiros. Hoje em dia, o clima nas escolas, nas ruas, em todo lugar também é de apreensão, só que por medo da violência dos bandidos: sejam eles criminosos ou não...
Vergonha
Sinto tanta vergonha quando comparo a minha geração e as posteriores com a geração dos meus pais... mais ainda quando percebo que ninguém dá o mínimo valor aos heróis que eles foram. Hoje em dia o que é velho é ultrapassado, não interessa, é chato...
Como podemos ser tão cretinos? Como podemos nos sentar de braços cruzados na frente da TV toda noite e ver a violência tomar conta de tudo? Como podemos fazer isso e simplesmente esquecer de tudo quando começa a novela da oito?
Naquele tempo uma música poderia ser crime. Um livro poderia ser subversivo e dar cadeia! Se reunir com os amigos para um bate-papo era dar motivos para ser preso! Hoje, depois de termos experimentado a liberdade que aqueles jovens "rebeldes" tanto lutaram para conseguir, nós simplesmente não fazemos nada! NADA! Enquanto o crime corre solto no país!
Quem sabe algo mudasse se nossos jovens pudessem ver obras como Anos Rebeldes, já que seria quase impossível fazê-los ler um livro como "1968"? Quem sabe eles não percebessem que heróis de verdade existiram sim, e que merecem todo o nosso respeito. Quem sabe aquele velhinho que fica na fila do banco para pegar uma miséria de aposentadoria e ainda correr o risco de ser assaltado na saída, não seja um desses grandes heróis de verdade?
Quem puder, dispa-se de pré-conceitos e assista Anos Rebeldes. Eu garanto que vai ser, no mínimo, uma bela lição de como se ter vergonha na cara!
Ouça algumas músicas da minissérie:
Alegria, Alegria - Caetano Veloso
Frankie Vallie - Can't Take My Eyes Of You
Chris Montez - Call Me
Caetano Veloso - Soy Loco Por Ti America
Gal Costa - Baby
01 Abril 2008
Indigestão de Yogurt
A "brincadeirinha" mais sem sal do mundo se torna realidade... espero que seja apenas hoje... senão, vai ficar feio...